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.: Suas origens e vocações :. |
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|||Na
Itapetininga dos primeiros anos do século XX, mais
precisamente no dia 24 de março de 1902, nascia o
menino Alcindo Guanabara de Arruda e Miranda,
filho do casal Francisco Antonio de Miranda e D.
Emilia Etelvina de Arruda e Miranda |
|||O
pai de Alcindo Guanabara, o Sr. Francisco Antonio,
era de Botucatu e alfaiate por profissão. Espírita
kardecista de consolidada fé, era ele muito
procurado pelas curas que realizava no exercício de
sua crença. Já a mãe do menino, D. Emília, nasceu em
Itapetininga e durante toda a vida fora prestimosa
dona de casa e dedicada professora, tendo se formado
na renomada
Escola Normal Peixoto
Gomide, na época a primeira escola de
formação de professores fundada no interior do
Estado de São Paulo . |
|||Ademais,
sendo o primogênito dos sete filhos que teve o
casal, Alcindo Guanabara teve como irmãos Neusir,
Dirce, Jair, Wilson, Alcina e Darcy, este último
desembargador, juiz de direito, veterano da
Revolução de 1932 e também um dos autores da Lei de
Imprensa do Brasil (Lei nº 5.250, de 9/2/1967). |
|||Destarte,
a origem simples e humilde de Alcindo Guanabara na então Itapetininga em começo
de século, não lhe colocou obstáculo algum para aprender, se desenvolver fisica
e intelectualmente e, mais tarde, vir a se tornar um cidadão de destaque não só
naquele município, mas em todos os demais que veio posteriormente a residir. |
|||De
fato, após obter as primeiras letras, formou-se
Alcindo Guanabara no Instituto Peixoto Gomide e,
mais tarde, o afinco e a determinação que o
caracterizaram como estudante passaram a
caracterizá-lo como participante da
Revolução Paulista de 1924,
onde ele, aos vinte e dois anos, voluntariou-se para
integrar o Batalhão "Coronel Fernando Prestes", o
qual, ao lado dos batalhões "Júlio Prestes" e
"Ataliba Leonel" compunham a lendária COLUNA SUL,
magistralmente descrita décadas depois na pena de
Edmundo Prestes Nogueira no seu
"Heroismo Desconhecido"
(Regional, 1987). |
|||A
par de ter sido alistado na graduação de cabo e de
ter participado de fio a pavio junto com seu
batalhão nessa revolução, infelizmente maiores dados
não há da participação de Alcindo neste
que foi um dos maiores episódios de civismo
manifestos pelo povo de Itapetininga em prol da
libertação da capital paulista, a qual, desde o dia
5 de julho de 1924, jazia cativa pelo levante
tenentista. |
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Coronel Fernando Prestes, seu filho Júlio e
oficialidade da Coluna Sul |
Fonte:
Heroísmo Desconhecido
(Regional, 1987) |
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|||Não
obstante, acredita-se que Alcindo Guanabara estava
entre as tropas que retornaram à Itapetininga no
final daquele mês, as quais desfilaram no passo
firme e cadenciado, sob os olhares da população que
em pleno êxtase os recebia como filhos vitoriosos
que foram no cumprimento da missão que a COLUNA SUL
recebeu do
coronel Fernando Prestes de
Albuquerque, seu idealizador e também
naquela difícil quadra, vice-presidente do Estado de
São Paulo. |
|||Em
uma das companhias de soldados que nesse
inesquecível retorno marchava, encontrava-se no
comando dela o capitão
Francisco Fabiano Alves,
então professor universitário da Escola de Farmácia
e Odontologia de Itapetininga, o qual, mais tarde,
veio a se tornar uma das mais ilustres
personalidades que o município pode ter em sua
história. |
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.: Dois irmãos e uma revolução em 1932 :. |
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|||Do
período compreendido entre o final da Revolução de
1924, passando pela
Revolução de 1930 e
atingindo os meses que antecederam a deflagração da
Revolução de 1932, pouco foi registrado sobre que
caminhos tomaram a vida do jovem Alcindo. O que se
sabe é que neste período viveu a expressividade de
seus vinte anos, tendo sido membro da imprensa local
como jornalista e também adotado a advocacia como
profissão. |
|||Apesar
de não ter se formado advogado, Alcindo exercia a
plenitude dessa honrosa profissão na condição de
rábula e assim o fez até
falecer, conhecido que se tornou em toda a vida
profissional por advogar em causa de pessoas menos
favorecidas. Dedicado espírita kardecista como o pai
fora, acredita-se que nessa quadra de sua vida tenha
Alcindo sido também iniciado Maçom. |
|||Quando
a Revolução Constitucionalista de 1932 foi
deflagrada em 9 de Julho daquele ano, três dias
depois o comandante do 8º Batalhão de Caçadores
Paulistas, na época sediado no prédio da atual
2º
Diretoria do Departamento de Estradas de Rodagem,
recebia ordem da capital para em Itapetininga
iniciar o recrutamento em massa para formação de
batalhões de voluntários. |
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Porção do teatro de operações do Setor Sul |
Fonte: livro "A
Revolução de 32" (1982) |
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|||Com
efeito, Itapetininga
pela sua posição geográfica altamente estratégica,
porquanto dava ela acesso aos estados sulinos à
capital paulista, havia sido arvorada à condição de
município sede do Quartel General do Exército
Constitucionalista do Setor Sul. |
|||Para o comando dessa
verdadeira praça de guerra, que além de quartel
general contava também com centrais de abastecimento
e hospitais de sangue, (como os que existiram no
Instituto Imaculada Conceição,
no
Clube Venâncio Ayres
e na
Loja Firmeza),
foi incumbido o então coronel Brazilio Taborda,
oficial de Artilharia do Exército Brasileiro que de
Santos fora transferido para Itapetininga, com a
missão de comandar os quase 10.000 soldados da Força
Pública de São Paulo e Voluntários aqui
arregimentados para as diversas frentes de combate
que visaram proteger o Setor do avanço de tropas
ditatoriais via Itararé, Buri, Faxina (atual
Itapeva), Guapiara, Campina de Monte Alegre, Capão
Bonito, entre outros. |
|||Alcindo
Guanabara, no auge dos seus trinta anos completos,
jornalista e advogado de renome em Itapetininga,
ciente dos seus deveres de paulista, brasileiro de
escol que era e que, a exemplo de seus concidadãos
itapetininganos, foi incapaz de dizer não á causa
constitucionalista, deixou do tablado e dos debates
no púlpito para tomar das armas e enfrentar o fogo
da metralha e o ardil das granadas nas trincheiras. |
|||Seguiu
para as frentes de combate com ele seu irmão mais
novo, porém não menos empolgado em tomar das armas
por São Paulo, o jovem Darcy de Arruda e Miranda,
o mesmo que décadas mais tarde deixaria sua
contribuição decisiva ao país por ter sido um dos
artífices da Lei de Imprensa.. |
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2º Tenente Alcindo Guanabara de Arruda e Miranda
Fonte: Acervo da Família Arruda e Miranda |
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|||E
foram e lutaram. Darcy, acredita-se que ainda
estudante, no vigor da juventude, tenha seguido para
as trincheiras como soldado voluntário em um dos
muitos batalhões arregimentados em Itapetininga. Já
Alcindo Guanabara, profissional conceituado
localmente, obteve uma comissão de oficial
subalterno, no posto de segundo tenente, para
comandar pelotão de voluntários à frente do fogo
inimigo. |
|||Sobre
lances de combate e prodígios de valor e heroísmo
que esses dois irmãos realizaram, não nos legou a
História Militar algum registro que fosse senão o da
tradição oral familiar, pequenas lembranças que
ficaram na memória de seus descendentes, entre os
quais o filho
Hélio Rubens de Arruda e
Miranda que emocionado ficou ao se
lembrar de uma feita onde seu pai Alcindo, à frente
de seus comandados no calor da luta, teve os óculos
violentamente arrebatados do rosto por um tiro de
fuzil que milagrosamente não lhe tirou a vida. |
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Espada que pertenceu ao 2º Tenente Alcindo
Fonte: Acervo da Família Arruda e Miranda |
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|||Após
os quase noventa dias de conflito armado, uma luta
desesperadora empreendida por São Paulo pela
liberdade, pela democracia e pela Constituição, é
declarado o Armistício a 2 de outubro de 1932.
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|||O
Setor Sul, porém, ainda tinha paulistas em armas até
o dia 4 de outubro, nas derradeiras trincheiras do
Setor que foram em Taquaral Abaixo, atual bairro de
Capão Bonito, onde ainda defendiam o solo, palmo a
palmo, soldados do lendário Batalhão "14 de Julho". |
|||Os
irmãos Alcindo Guanabara e Darcy, ambos
sobreviventes da Revolução Constitucionalista de
1932, depuseram suas armas. Não se encontravam
feridos e mutilados como muitos, mas sentidos
estavam em seus brios pela derrota militar sofrida,
o que não lhes arrefeceu a certeza de que haviam
cumprido o dever para o qual foram chamados. |
|||Era
chegada a hora de recomeçarem a vida e seguirem
adiante. |
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.: Uma companheira :. |
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|||Itapetininga,
não mais sede de Exército Constitucionalista, voltou
a ser a pacata cidade de outrora, a "Atenas do Sul"
que nos dizeres do prof. Francisco Fabiano Alves
encantava a todos pela beleza de sua população, pelo
singeleza de suas praças e logradouros públicos.
|
|||Foi
numa dessas praças, talvez, que Alcindo Guanabara
possa ter conhecido Elsa de Arruda e Miranda,
uma bela jovem nascida em Avaré em 13 de agosto de
1910 e que se mudara com os pais, o Sr. Miguel de
Arruda e D. Maria Cândida de Arruda, para
Itapetininga, naquele mesmo ano. |
|||Foi
amor a primeira vista. Tanto que a 22 de junho de
1933, Alcindo Guanabara e Elsa contraíram matrimônio
em Cambuci, bairro de São Paulo onde o casal passou
a residir após a revolução. |
|||Segundo
depoimentos colhidos do filhos Hélio Rubens e Sonia
Marly, a mãe Elsa também tomou parte saliente nos
esforços de guerra durante os duros dias da
revolução de 32 em Itapetininga. |
|||De
fato, Elsa fora uma das muitas moças que se
voluntariaram como enfermeiras para atender a
crescente miríade de soldados paulistas que lotavam
diariamente as enfermarias e hospitais de sangue
improvisados. |
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D. Elsa de Arruda e Miranda
Fonte: Acervo da Família Arruda e Miranda |
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|||Revelaram
ainda, seus filhos Helio Rubens e Sonia Marly, que
Elsa exercia o papel de professora voluntária,
situação que a obrigou a andar léguas para ministrar
aulas a alunos pobres da zona rural da região.
Posteriormente, ofereceu entusiamado apoio á
Revolução Constitucionalista de 1932, ajudando como
enfermeira no hospital de sangue que a principal
escola de Itapetininga havia se transformado. |
|||Sua
participação, porém, não ficou adstrita ao cuidado
de feridos. O preparo da alimentação e até o
fornecimento de armamentos para os combatentes que
seguiam para as diversas frentes também contou com a
sua diligente colaboração. |
|||Elsa
foi esposa dedicada e mãe extremosa. Companheira de
Alcindo Guanabara, o maior legado que ela deixou aos
cinco filhos que tiveram foi o conjunto de valores
que caracterizaram o norteamento de suas vidas:
integridade, justiça, lealdade, bondade e
determinação. |
|||Falecida
em 2002, aos noventa e dois anos, Elsa de Arruda e
Miranda ainda contava a todos que lhe indagavam da
intensa participação que teve como enfermeira e
cozinheira na Revolução de 32. Havia também um
episódio todo especial em sua vida que ela nunca
esquecia, ocorrido quando menina ainda, estudante
primária no Peixoto Gomide, entregou um buquê de
flores ao Dr. Júlio Prestes de Albuquerque em nome
de todos os alunos da escola. "Foi o momento mais
emocionante da minha vida", costumava dizer. |
|||Elsa
e Alcindo tiveram cinco filhos (pela ordem de
nascimento): Alberto Henrique, Sonia Marly, Carmem
Silvia, Helio Rubens e Francisco Antonio. |
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.: No azul anil do céu de São Sebastião :. |
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|||Após terem se casado em São Paulo, Alcindo Guanabara e Elsa
tiveram o início de uma vida com mudanças de
localidade.
De fato, logo após a revolução, Alcindo Guanabara e
Elsa ainda namoravam quando ele tomava conta de um
cartório em Guareí, o qual não muito depois teve de
deixar, sob risco de ir a falência. O motivo:
Alcindo Guanabara prezava em prestar os serviços
cartoriais gratuitamente aos mais necessitados.
|||Logo após o casamento no Cambuci, o casal permaneceu em São
Paulo até o ano de 1954.
|||Moraram também em Atibaia por curto período. Nessas idas e
vindas, Alcindo Guanabara foi amigo do Dr.
Benedicto Montenegro,
mais tarde diretor geral da Campanha responsável
pela construção do Monumento Obelisco e Mausoléu ao
Soldado Paulista de 32. Alcindo Guanabara foi também
secretário do Dr.
Armando Salles de Oliveira,
Governador do Estado de São Paulo entre 1935 e 1936.
Fundou ainda uma revista chamada "Senhorinha",
quando residia Guanabaraem Bauru.
|||Por motivos de saúde, porquanto Alcindo era cardíaco, mudou
com a família para São Sebastião, então deveras
paradisíaca pela natureza virgem exuberante e
rarefeita densidade demográfica. |
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Alcindo Guanabara de Arruda e Miranda
Fonte: Acervo da Família Arruda e Miranda |
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|||Amigo
pessoal de
Pietro Ubaldi,
espiritualista italiano que também conhecera a São
Sebastião daqueles idos, Alcindo Guanabara ouvira
muitas vezes Pietro dizer que considerava essa
localidade uma "verdadeira obra das mãos de Deus,
algo muito mais belo do que a ilha de Capri". |
|||Seu
filho mais próximo, Hélio Rubens, conta que inúmeras
vezes acompanhou o pai até o cais de São Sebastião
para pescarem e lá, em meio a beleza e a quietude do
azul anil do céu que lhes convidava ao mar,
invariavelmente ouvia de seu pai Alcindo dizer que
estava ali conversando com Deus. |
|||Só
dois anos apenas pode Alcindo Guanabara gozar da paz
que São Sebastião lhe propiciava. Igual período pode
de seus serviços advocatícios a população caiçara
local também se beneficiar, dado o coração bondoso
do rábula itapetiningano que aceitava metade das
causas que defendia, pagamento em verduras, galinhas
e porcos. A outra metade era invariavelmente
gratuita. O amor ao direito dos pobres e
desamparados sempre lhe foi a ambição maior que
perseguiu por toda a vida. |
|||Vida
essa que chegou ao fim em 14 de agosto de 1956.
Cercado dos cinco filhos que lhe deram doze netos e
crescente número de bisnetos, Alcindo Guanabara
faleceu e foi sepultado em São Paulo, aos 54 anos de
idade, uma existência que caracterizada foi pela
bondade e dedicação ao próximo, em principal aos
mais desafortunados. |
|||Mas
esse não o legado único que Alcindo Guanabara deixou
para os filhos e quiçá para muitos que não o
conheceram em vida. Havia mais. |
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Capa e folha de rosto
de
CRUZES PAULISTAS
(1936)
Fonte: Exemplar da Família Arruda e Miranda |
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|||Em
conversa com seu filho Hélio Rubens, dono do
exemplar de nº 113 dos 2.600 exemplares impressos e
publicados de
CRUZES PAULISTAS
(1936), obra máxima de resgate da história de
634 combatentes
de 1932 que faleceram em combate e que tiveram suas
vidas contadas nas 516 páginas que a compõem,
apontou ele o fato de que o nome de Alcindo
Guanabara de Arruda e Miranda consta como um de seus
dois redatores, portanto, membro da equipe que
redigiu a biografia desses
634 combatentes
em apenas quatro anos que seguiram ao término da
Revolução. |
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Detalhe
do verso da folha de rosto de
CRUZES PAULISTAS
(1936)
Alcindo
Guanabara assina como A. Guanabara de Arruda
Miranda
Fonte: Exemplar da Família Arruda e Miranda |
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|||Levando-se
em consideração o imenso trabalho de pesquisa que
consistiu em levantar a biografia de
634 combatentes
falecidos nos três setores de combate no Estado de
São Paulo, é de se imaginar que os redatores Alcindo
Guanabara e seu companheiro Horácio de Andrade
foram extremamente meticulosos, proficientes,
pacientes e dedicados para se completar tamanha e
relevantíssima pesquisa biográfica que envolveu gama
massiva de pessoas, arquivos, localidades e
informações em tão curto período de tempo. |
|||Outrossim,
ao passarmos em revista à vivência de Alcindo
Guanabara no que se referiu aos anos dedicados à
publicação de
CRUZES PAULISTAS,
emergiu ainda o fato de que ele também fez parte da
Comissão responsável pela criação do
Obelisco do Ibirapuera,
monumento cuja construção foi iniciada em 1947,
inaugurado em 9 de julho de 1955, mas só concluído
em 1970. O obelisco do Ibirapuera abriga em sua base
o Mausoléu do Soldado Paulista de 32, onde se
encontram os restos mortais dos jovens Martins,
Miragaia, Dráusio e Camargo,
bem como de centenas de outros ex-combatentes de 32
de todo o estado. |
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.: Exemplos que ficam
e arrastam :. |
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|||Uma
vida tão rica e prenhe de significados e exemplos,
que arrastam e fazem as novas e vindouras gerações
perceberem o triunfo que a bondade tem sobre o mal,
sobre o descaso e a incompreensão foi o que de
melhor pudemos aprender no encontro que tivemos com
o Sr. Hélio Rubens de Arruda e Miranda, em sua
residência, na noite do dia 3 de novembro de 2012. |
|||O
encontro dessa noite, aconteceu por sugestão do
amigo que temos em comum, o Sr.
Afrânio Franco de Oliveira
Mello, que havia mencionado o fato de que o
pai de Hélio Rubens, o Sr. Alcindo Guanabara, tinha
sido ex-combatente de 1932 em Itapetininga. |
|||De
fato, na noite do sábado de 3 de novembro de 2013,
fomos gentilmente recebidos na residência do Sr.
Helio Rubens e de sua esposa Ana Elisa e ali, nas
três horas que durou a entrevista em busca dos dados
que consubstanciaram esta biografia, muitas foram as
surpresas que a vida do ex-combatente Alcindo
Guanabara de Arruda e Miranda fez emergir. |
|||Gostaríamos
de por fim expressar o nosso mais sincero
agradecimento ao Sr. Helio Rubens, sua esposa Ana
Elisa e sua irmã Sonia Marly, que nos atendeu por
telefone em São Paulo para esclarecimento de
informações sobre o pai e ao nosso amigo Afrânio. |
|||Nosso
trabalho de resgate da história de nossos veteranos
de 32 em Itapetininga continua e a cada nova
descoberta, a cada nova pesquisa, compreendemos a
grandeza de nossos antepassados itapetininganos que
em suas vidas simples e de servidão ao próximo
souberam realizar prodígios de valor e heroísmo,
tanto dentro e como fora dos campos de combate. |
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Portal Paulistas de Itapetininga |
Sustentae o fogo que a Victória é nossa! |
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